19/02/10

A Jornada de Joano (1ª parte)

Bem, hoje decidi publicar uma historia bastante deprimente, que eu fiz talvez no inicio deste ano. Foi escrita tendo um colega meu como fonte de inspiração, ele é o protagonista, apesar de ter vários pseudónimos... Mas enfim, como parece que esta na moda publicar historias estranhas, então cá vai o meu contributo para o mural de historias bizarras.

Eu não estava sobre o efeito de nenhuma substancia ilícita quando escrevi isto, a sério. A historia é um "apanhado" de frases e situações que aconteceram no dia-a-dia com esse colega e depois eu inventei só um bocadinho.

Mas enfim, por mais que eu me defenda, vocês vão tirar as vossas conclusões assim que a lerem, por isso nem vale a pena.

Então sem mais nada a dizer... cá vai!

A Jornada de Joano Pirolito



O Sol lançava s seus últimos raios dourados e vermelhos, que incidiam sobre o imenso horizonte desértico.
Joano Pirolito, após ter tropeçado num cacto, empalado o dedo mindinho e injuriado contra a natureza e o aquecimento global, Joano levantou-se e sacudiu a areia.
Estava muito mal disposto após o seu almoço de rodovalhos empapados em molho de repolho, com o Xeque a Arábias. Dirigia-se para o pequeno motel de areia situada em rapatatatuti. Deslocava-se pelo vale dos camelos, um sítios coberto de imensos perigos, tais como carros a arder, lagartos empalhados e velozes BP’s.
Enquanto caminhava, Joano pensava no que estava a fazer no deserto de Tupi. A sua chefe, Dona Cascascrona mandou-o em missão secreta, para descobrir o grande ponto negro Jeremias, o assassino em série.
No seu emprego, Joano era conhecido por “Jhon-Killer” um nome que não lhe assentava bem, pois Joano gostava de coisas alegres e coloridas. Mas infelizmente, ficara viciado em matar, devido também ao CA onde era conhecido por DylloDays. Decidiu então alistar-se num emprego de mercenários, antes que virasse psicopata e começasse a matar raparigas à x-actada, para depois desaparecer misteriosamente do local do crime com mais outra das suas especialidades: Bombas de fumo. Alias, ele tinha um carinho tão especial por cegar momentaneamente os seus adversários e desaparecer sem deixar rasto com uma bomba de fumo, que ate lhe valeu mais um pseudónimo. Joano era conhecido também como “Smoke-Man”.
Com a sua potente sniper, o fato lança-chamas de alta qualidade, e a sua mochila equipada com bombas de fumo, seringas de vida e bolinhos de ruibarbo, Joano chegou ao motel, que se chamava Almeida XIX.
No seu pequeno quarto, Joano afastou a cadeira de verga, sentou-se sobre a sua colcha de macacos azuis e abriu o seu potente portátil da marca Barrbarrona. Abriu com desvelo o seu computador e observou os movimentos de Jeremias, via satélite.


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O dia raiou com os galos a cantar alegremente. Irritado com o facto de não ter jantado e com o barulho dos galos, Joano agarrou na sua sniper e fez tiro ao alvo até só se ouvir o casal do quarto ao lado aos gritos e a atirar objectos frágeis pelo quarto.
Vestiu vagarosamente as suas calças pretas, a sua blusa preta e o casaco azul que todos adoravam menos o próprio dono.
Não tinha pressa pois na noite que havia passado, antes de adormecer, tinha interceptado uma conversa entre Jeremias e Senhor Toninho, o sapo daltónico e mafioso. Supostamente, iam-se encontrar às 6 da tarde, num café que era logo ao virar da esquina.
Após ter-se vestido, Joano Pirolito passeou um bocado pela rua de Picolho, observando os camelos e pessoas a passearem lado a lado.
Decidiu parar numa loja de origami’s dirigida por Carolinah, onde iria comprar pequenos souvenirs para a sua mulher, Zarzuela e para os seus vinte filhos, que viviam debaixo de duas bananeiras, na cidade de Za-Za.
Após ter comprado 100 sapos de varias cores e feitios, Joano encaminhou-se para o “Caminho das tangeras” onde comeu uma deliciosa refeição de bicos de pato, acompanhados por um shot de penas de ganso das arábias, o que o deixou bastante zonzo.
Após ter pago e dado uma gorjeta ridiculamente alta ao empregado de serviço, encaminhou-se para o seu quarto onde caiu adormecido sobre a colcha de macacos.


Fim da primeira parte.

Ah pois é! É que ainda falta muita coisa para escrever ^^

Mas pronto, se chegou até aqui sem ter telefonado para o Júlio de Matos a fim de me denunciar, então PARABÉNS, ganhou o direito de me comentar o post!! Ok... se não quiser, não comente... Mas eu gostava muito, a sério! :D

3 comentários:

  1. ..... porque joano?!?!?!........... e é claro que a senhora cascascrona tinha de ser a minha chefe.. Certas pessoas que tem espasmos e quase que ficam desmenbradas e metem as culpas nos simpaticos colegas que tentam desesperadamente reaver o casaco... que por acaso odeia xD. Tens de acabar a historia!!

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  2. LOL a história está melhor que o rascunho original!!! Espero pela segunda parte.

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  3. nada má a história.....mas já agora...mas ca raio da nooomeessss!... o do dillodays ainda comprendo mas joano? ....--' mas ok n tá mal xD continua fico a espera da 2ºparte :P

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